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  • Angélica Guimarães

FRAGMENTAÇÃO EXPRESSA NO COTIDIANO





Vejo o ser humano anestesiado, apenas cumprindo protocolos muitas vezes estabelecidos por uma mente coletiva.

Não sabemos mais quem realmente somos, para onde vamos e o que queremos. O homem está sempre numa eterna procura, mas muitas vezes ele nem sabe o que realmente procura. É o cego no meio do tiroteio.

O homem está fragmentado, falta-lhe equilíbrio, ele não sabe fazer a dança da razão e emoção juntas.

O homem está desorientado, não tem percepção dos sentidos, está vivendo no mundo do ter e do individualismo. Vive o engano de que sua liberdade e felicidade estão vinculadas ao TER. E isso está levando o ser humano a caminhar com os seus olhos voltados somente para si, o tornando egoístas e frios.

Não podemos esquecer que estamos ligados tanto no plano material quanto no plano da consciência. É a relação entre as partes e o todo, o todo e as partes e as partes entre si. Nós somos só relação.

“Devemos despertar no homem a essência do amor, a visão de unidade, pois vivemos no mundo onde o predomínio é a valorização do intelecto” (Ruy Espirito Santo)

É a reconstrução do conhecimento emocional

Portanto o ser humano que transforma padrões internos, transforma o mundo que vivi.

“Em um mundo cada vez mais virtual, onde nos perdemos, do nosso próprio olhar, de nossa respiração, de nossa corporeidade, é fundamental resgatar o olhar, o encontro” (Ruy Espirito Santo)

Vejo que devemos sempre buscar dentro e fora de nós o ponto de equilíbrio para que possamos nos autotransformar e assim viver com mais plenitude, com qualidade de vida de um ser integral, inteiro, mesmo que hoje não nos favoreça o panorama mundial. Afinal, vivemos entre diferentes e diferenças e não podemos negá-las, até porque são necessárias para o desenvolvimento humano, o adequado é aprender a lidar com elas, e que aparecem em tudo na vida.

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